Gerador de hash
Digite um texto e obtenha os hashes SHA-1, SHA-256 e SHA-512 de uma vez — útil para checksums, comparar arquivos ou verificar downloads.
Comparando textos sem ler o conteúdo
O uso prático mais comum de um hash não tem nada a ver com criptografia: é dizer se dois pedaços de texto são idênticos sem precisar olhar cada um. Duas versões de um arquivo de configuração, duas exportações de SQL, o mesmo JSON de dois ambientes — cole cada um, compare os valores SHA-256, e um hash idêntico significa texto idêntico até o último espaço. Isso funciona porque um hash é uma impressão digital de comprimento fixo do conteúdo inteiro: sessenta e quatro caracteres hexadecimais representam qualquer quantidade de texto, e a comparação leva um olhar em vez de um diff. Desenvolvedores se apoiam na mesma ideia para chaves de cache e deduplicação — faça o hash do conteúdo, e impressões digitais iguais significam que você já viu esse conteúdo exato antes.
Os caracteres invisíveis que mudam tudo
Um hash que não bate te diz que as entradas são diferentes — nunca te diz onde, e o culpado costuma ser um caractere que você não consegue ver. Uma quebra de linha extra arrastada por um copiar-e-colar, uma tabulação onde o outro arquivo tem espaços, quebras de linha do Windows contra as do Unix: cada uma produz um hash completamente diferente do que parece ser o mesmo texto. Esta ferramenta calcula o hash exatamente dos caracteres na caixa, codificados em UTF-8, sem nada adicionado e sem nada cortado. Então, quando dois hashes se recusam a bater contra todas as expectativas, verifique primeiro as extremidades do texto — a diferença quase sempre está escondida em uma borda. A saída hexadecimal aqui é em minúsculas; um checksum publicado em maiúsculas ainda é o mesmo valor, então compare as letras, não a caixa.
De mão única, mas não um esconderijo
Um hash não pode ser revertido — não existe fórmula que transforme a impressão digital de volta no texto. Mas, para entradas curtas e previsíveis, não é preciso revertê-lo: o SHA-256 de uma palavra comum ou de uma frase bem conhecida pode simplesmente ser pesquisado, porque alguém já o calculou. Esse é o limite honesto a ter em mente: fazer hash verifica e compara, não esconde. Se o objetivo for esconder um texto para que só a pessoa certa consiga lê-lo, isso é criptografia — a ferramenta de criptografia de texto AES-256 faz isso corretamente. E senhas são o seu próprio caso especial: elas pertencem ao gerador de bcrypt, que é deliberadamente lento justamente para que o atalho de pesquisar pare de funcionar.
O que é um hash (e o que não é)
Um hash é uma impressão digital de mão única: a mesma entrada sempre produz a mesma saída, mas você não consegue reverter para o texto original. Mude um único caractere e o hash inteiro muda completamente — é isso que torna os hashes úteis para detectar alterações ou verificar se um download corresponde ao original.
Qual deles devo usar?
SHA-256 para quase tudo hoje em dia — é o padrão moderno. O SHA-512 produz um digest mais longo e é um pouco mais forte; em hardware moderno de 64 bits, geralmente não é mais lento. O SHA-1 está aqui só por compatibilidade com sistemas mais antigos; ele está criptograficamente quebrado e não deve ser usado para segurança.
Posso usar isso para gerar o hash de uma senha?
Não para armazenar senhas — hashes SHA simples são rápidos de calcular, o que os torna fáceis de quebrar por força bruta. Use a ferramenta dedicada de bcrypt para isso.
Meu texto é enviado para algum lugar?
Não — a geração do hash acontece inteiramente no seu navegador, usando a Web Crypto API. Nada é enviado.
